quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Cigarros Varino

Datando provavelmente dos anos 40, o cigarro Varino, aqui apresentado, seria sem dúvida uma homenagem ás gentes do mar. A palavra Varino, deriva de outra mais antiga designada Ovarino, cujo significado é habitante ou natural de Ovar, pois era dessa localidade que eram a maioria das Varinas e Varinos que na Lisboa do século passado se dedicavam a venda do pescado. Observa-se o símbolo da Tabaqueira gravado no cigarro, este chegou aos nossos dias neste excelente estado de conservação devido a estar dentro de uma cigarreira, sem duvida um belo exemplar.



domingo, 7 de novembro de 2010

10 Anos da PROFABRIL, Noticias de Imprensa e Medalha

A PROFABRIL - Centro de Projectos S.A.R.L. comemorava em Novembro de 1973, o seu décimo aniversário, para o efeito, convocou os órgãos de imprensa de forma a assinalar a efeméride. Empresa pioneira do "engineering" em Portugal, resultado com antigo Departamento de Projectos da CUF (como já foi referido num "post" anterior) encontrava-se neste periodo numa verdadeira fase de crescimento exponencial quer fosse em Portugal, com projectos de alto nível, como as obras de expansão do Estaleiro da Lisnave, as Refinarias do Porto ou de Luanda, ou a Universidade de Lourenço Marques, começava também a ser reconhecida a nível internacional a sua capacidade de trabalho, com obras no Brasil, Espanha, Bahrein, ou Marrocos. A sua politica expansão assentava na criação de filiais, estando presente nos seguintes países Angola, Moçambique e Marrocos.

Aqui vos deixo duas noticias sobre os 10 Anos da Empresa, uma retirada da Revista Flama, data de 9 de Novembro de 1973, e outra retirada do Jornal Republica, da mesma época. (para aumentar basta clicar sobre as noticias)



Quanto à medalha, de estilo muito moderno, a autoria é do escultor Vasco Nuno, foram feitas 500 exemplares, o material é Bronze.


sábado, 23 de outubro de 2010

O 4º Salão de Arte Fotográfica do G. Desportivo da CUF

Após a publicação do 6º Salão de Arte Fotográfica, recuemos até ao ano de 1954, e espreitemos agora o 4º certame deste género organizado pelo Grupo Desportivo da CUF, que decorreu no Cinema Ginásio entre 26 de Dezembro de 1954 a 9 de Janeiro de 1955. Aqui ficam 18 das melhores fotografias, infelizmente algumas das estampas não têm grande qualidade gráfica, mas isso deve-se à forma como foi impressa. Neste Salão Nacional, estiveram presentes 99 concorrentes, apresentando um total de 357 trabalhos.

Composição do Júri:

João de Freitas Martins
pelo: Grupo Câmara

Joaquim Testa Santos
pelo Grémio Português de Fotografia

Eng. Victor M. Chagas Dos Santos
pelo Grupo Desportivo da CUF

Ag. Técn. Eng. Eduardo H. Sena
pelo Jornal do Barreiro

Kazimiers Zarebski
pelo Foto Clube 6 x 6
















Luz Radiosa ******************************** Estendal
João da Costa Leite (Porto)***************António Rosa Casaco (Lisboa)














Picasso na Construção************************Santa Missão
Fernando Vicente (Lisboa)*****António Santos D´Almeida Jr. (Lisboa)















O Último Jornal da Noite*******************A Luz Vem Do Céu
Alberto da Silva Fonseca (Porto)***********António Paixão (Almada)











Quando Chega o Inverno***************Nevoeiro do Rio
Artur de Araújo (Lisboa)*************Dr. Jorge da Silva Araújo (Lisboa)















Dinamismo************************************Vidas Difíceis
David de Almeida Carvalho (Coimbra)*************Artur Pastor (Lisboa)















Frederico de Brito*********************************Neve!
Mário Pinto (Queluz)***********************Olavo Terroso (Lisboa)















Nos Bastidores da Vida******************Cabeça de Minhoto
Mário de Almeida Camilo (Lisboa)***João de Freitas Martins (Lisboa)















Velha Lisboa*************************************Refracção
Joaquim Testa Santos (Lisboa)*Eng. Victor M. Chagas dos Santos (Barreiro)















Estilização***********************************Sem Titulo
Ag. Tecn. Eng. Eduardo H. Sena (Barreiro)*Kazimiers Zarebsi (Lisboa)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Chávena da CNN

Para o post de hoje, aqui vos deixo uma interessante chávena do final dos anos 60 da CNN, falta-lhe o pires é certo, mas esse não estava disponível! (Risos) Mesmo assim não deixa de ser uma bonita peça para ser mostrada, tem marca da Vista Alegre, sendo o seu carimbo datado do período (1968-71).


sábado, 16 de outubro de 2010

Noticias sobre a Lisnave 2

Esta e uma interessante reportagem feita pela Revista Observador em 1971, aquando da inauguração da Doca Alfredo da Silva, retratando vários aspectos, onde e feita uma breve descrição do projecto. Chamo mais uma vez a atenção para um facto curioso (e que é bem raro nos dias de hoje) nessa época, podia-se orgulhar o Pais de ter uma empresa modelo como a Lisnave, que em vez de procurar no exterior a tecnologia e soluções para este novo empreendimento, preferiu apostar nas empresas nacionais (entre as quais a Mague).

Deixo esta pergunta em aberto: E hoje também é assim? Todos sabemos que existindo Grupos empresariais dinamizadores que são motores de desenvolvimento dos países (como era em Portugal o caso do Grupo CUF) vão mexer com muitos outros sectores de actividades, nos quais querem encontrar empresas nacionais que dai para a frente lhe forneçam os materiais que requerem, em vez do o mesmo ser importado, tendo como consequência a saída de importantes somas de capitais que poderiam assim ser reinvestidos na Industria ou noutros sectores. Assim automaticamente essas empresas fornecedoras, vão-se modernizar, apostam em "know how" tecnológico, diversificam a sua gama de produtos, apostando na competitividade, promovendo assim o crescimento industrial, e o aparecimento de novas industrias, que quando apoiadas por boas politicas de incentivo a produção, e exportação, tem grande importância na Economia Nacional.

Relembro, que neste período a Lisnave, contribuía com um volume de cerca de 1 milhão de contos (a preços de época) em divisas para a economia nacional! Isto para não falar, a quantidade de empregos que a mesma fornecia (mais de 4000). De facto é uma reportagem que merece ser lida, para ler, basta clicar nas imagens

pág. 1


pág. 2


pág. 3


pág. 4


pág. 5

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Azulejo com o Simbolo da CIP

Ja anteriormente tinha falado no meu blogue sobre a CIP. Pois hoje é a vez de apresentar o simbolo desta empresa. Peça tipicamente dos anos 50/60 certamente será peça única. Por informação que detenho, encontrava-se nos escritórios da empresa, assim, poderia muito bem ter sido um presente do pessoal da fabrica a alguém da sua chefia. Feito com os materiais que dispunham com maior facilidade como o papel de lustro, veludos e cordoes de seda. Nessa época era comum, a produção deste tipo de "quadros", ainda que mais vocacionados para o Mundo do Futebol. Quem ainda hoje entrar em antigas agremiaçoes desportivas, ou antigas tascas poderá certamente observar essas peças quase unicas feitas com todo o carinho, por autênticos mestres, nao faltarão nas suas paredes o Benfica, o Sporting, o Barreirense, entre outros. Observe-se o símbolo da CIP feito com base num simples azulejo, consegue-se ver a olho nu as suas letras feitas a mão. Uma peça admirável, e cheia de historia.


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Medalha da Presença da CUF na 22ª Reuniao da IAA

A tendência para a progressiva liberalização do comercio internacional provocou a necessidade de um aperfeiçoamento constante dos processos de fabrico e da qualidade dos produtos. Esta ultima característica afigura-se, fundamental e, ao ser apreciada pelo consumidor é resultante de elementos objectivos e subjectivos em que a apresentação do artigo e a motivação de compra despertada por uma publicidade atractiva (e ate agressiva) e com "slogans" fortes, tudo se resumindo numa frase: Saber vender um produto.

A IAA (International Advertising Association) surgiu em 1938, pelas mãos de Thomas Ashwell editor da Revista Trade Export & Shipper de Nova Iorque. Ciente da necessidade da existência de uma organização, que coordenasse e promovesse a pratica da publicidade a nível internacional, Aswell junto-se com outros doze executivos na área da publicidade, num almoço no dia 8 de Abril desse ano no Harvard Club de Nova Iorque, assim nascendo a IAA.

O seu 22º Congresso Mundial realizou-se em Lisboa de 13 a 19 de Junho de 1971. Infelizmente a informação sobre o tema e muito escassa, sabendo-se que estiveram presentes as maiores empresas e marcas da sua época. O que aqui vos trago é uma interessante e rara medalha da presença do Grupo CUF nesse mesmo congresso. Por esta época a CUF tinha entrado no mundo da Publicidade e fundado a sua própria empresa publicitária a Penta Publicidade (1970), não é por isso estranha a sua presença num evento destes. Medalha de traços simples não deixa de ser bastante curiosa sendo possivelmente das únicas medalhas da empresa feitas na língua inglesa.


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Equipa do Unidos Futebol Clube


Regressemos agora ao Desporto, numa época em que o Grupo Desportivo da CUF, dava ainda pelo nome de Unidos Futebol Clube! Curiosamente já se pode observar, bordado nas suas camisolas o emblema que foi sempre a imagem de marca do clube. Certamente esta foto será de meados ou finais dos anos 40, pois será por volta dessa época, que o clube chega à 2º posição (1948/49) na Zona C da II Divisão.

A constituição da equipa era a seguinte:

  • Em cima (da esquerda para a direita) Adão, Albino, Curtinhal, Gomes, Armindo e Eduardo Santos
  • Em Baixo (seguindo a mesma ordem) Oswaldo, Serra, Appleton, Tanganho e Palma Soeiro

Na foto mais abaixo podia ainda ler-se a seguinte informação:

"Vencedor de Serie no campeonato nacional de futebol da II Divisão e Apurado para os Quartos de Final"


"(Este «team» não e exactamente o habitual grupo de honra do clube, onde a falta de Carlos Pereira, por exemplo, salta a vista - mas foi a única fotografia que pudemos obter, feita expressamente para este trabalho e mesmo assim com intervenção directa da direcção do Unidos F. C.)"

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Cinzeiro da Lisnave

Quem olhe à vista desarmada para este belo cinzeiro nunca diria que seria da Lisnave! Pois desenganem-se! Também eu caí em tal rasteira. De facto ate agora nao tinha conhecimento desta belíssima peça, que me foi gentilmente oferecida pelo senhor Valdemar da Silva (Blog "COLECÇÕES SENADOR"), a quem eu muito agradeço. Como se pode ver este belo cinzeiro, fazia parte de uma colecção de vários Barcos do Tejo, que para mim é uma novidade. A peça tem o cunho da Vista Alegre (período entre 1971 a 1980) juntamente com o da Lisnave

No verso da peça está escrito esta curiosidade: "Todos os Barcos do Tejo, Tanto de Carga e Transporte Como D´Pesca, por João de Souza, Lente d´Arquitectura Naval e Desenho da Companhia de Guardas Marinhas, 1785"

Muito possivelmente, este belo desenho da Muleta do Seixal, provenha, deste manual de marinharia escrito por João de Souza e previamente referido.



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Vai um Kayak?

Corria o ano de 1966, quando foi apresentado ao publico pela Tabaqueira, aquela que terá sido certamente a primeira marca de cigarros mentolados do país. Refiro-me ao Kayak, cigarro que na sua época já possuía a inovação do Multi-filtro como alias esta explicado no anuncio que aqui vos deixo. Relembre-se que esta inovação também fazia parte das seguintes marcas: Monserrate e Sintra.



Juntamente com o anuncio aqui está um maço de Kayak que parece ter viajado no tempo! O maço em si tinha um desenho simples mas apelativo, ainda embalado em celofane, e com o selo da Tabaqueira, parece ter saído a pouco da fabrica! Preço: 6 Escudos, mais 1$50 de Imposto Complementar.

E que tal terminar em beleza com um isqueiro publicitário tipo "Zippo" do Kayak para completar este post? E mesmo caso para se dizer: "Vai um Kayak?"







Isqueiro


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Carteira de Fosforos da CUF

De pequenas dimensões (4 x 5 cm) aqui fica uma interessante carteira de fosforos a publicitar a CUF. Como se pode observar ja é do periodo final da Companhia (posterior a 1973 ano em que apareceu esta interessante roda dentada aberta). O fabrico é da autoria da Sociedade Nacional de Fósforos, contendo a carteira 40 fósforos. Observe-se que nesta época, estas carteiras, eram tambem um eficaz veiculo publicitário.


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Facturas da CUF datadas de 1914

Hoje trago um documento deveras curioso. Atente-se nesta interessante e rara factura da CUF de Julho de 1914. Um documento com 96 anos! Incrível a sua longevidade! E que informações nos dá este respectivo documento?

Numa primeira analise verifica-se ser uma compra efectuada no deposito da Companhia situada em Santarém. Como se sabe, logo de inicio a CUF, com Alfredo da Silva no lugar de Administrador-Gerente, estendeu a comercialização dos seus produtos, por meio de uma rede depósitos situados por todas as regiões do país. Observe-se ao alto do lado esquerdo, as inúmeras medalhas, que a empresa já tinha recebido em exposições internacionais (Paris - 1878, Lisboa - 1888, Anvers - 1894, Paris - 1900 e St. Louis - 1904) demonstrando que já na época a CUF não era uma empresa qualquer. Delicioso é tambem ler num português antigo, os principais produtos fabricados pela empresa, bem como os interessantes "endereços telegraphicos" nos quais cada produto correspondia a uma das fabricas. Outra informação curiosa, é a sede da Companhia, ser ainda na então Rua Vinte e Quatro de Julho (hoje Av. 24 de Julho)

Verifica-se que um senhor, de seu nome, António Lourenço da Silveira, morador na Rua de S. Bernardo em Lisboa, detentor da Quinta do Rosário em Santarém, comprou 450 Kg de "Enxofre Sicília" do qual a empresa fez um desconto de 2%, ficando o total da conta em 13 escudos e 25 centavos. A juntar a este documento apresenta-se ainda o interessante comprovativo do recebimento do dinheiro por parte da CUF, não faltando o selo fiscal e o carimbo do Tesoureiro da empresa.


domingo, 12 de setembro de 2010

Memórias Sobre a Colónia de Férias da CUF II

Caros Leitores, acabo de receber mais um interessante testemunho de um antigo monitor, tento frequentado a respectiva Colónia entre 1972 e 1981. Muito agradeço ao Sr. Adalberto Manuel Borges Petinga, que teve a honra de me enviar este seu testemunho apaixonado. Alias deixo o repto, a quem quiser, partilhar as suas memorias sobre a Colónia de Ferias, que entre em contacto comigo através do email: ricardo.estoril@gmail.com, aqui neste humilde blog garantirei sempre "tempo de antena" a todas elas. Pois como disse e muito bem o Sr Adalberto Petinga "Recordar é Viver". Aqui fica o texto:

"Chamo-me Adalberto Manuel Borges Petinga, tenho actualmente 58 anos, porque os meus pais eram trabalhadores da CUF, fui nascer na maternidade do Posto Médico da CUF, no Lavradio (Barreiro) e logo bebé fui para a respectiva creche até ao primeiro ano de vida.

Logo pela nascença fiquei "agarrado" à CUF.

Fiz a instrução primária na Moita, onde vivia e após conclusão desta, voltei ao Barreiro, para frequentar a Escola I. C. Alfredo da Silva, como aluno e mais tarde de 1977 a 1980, como professor.

Nunca frequentei a Colónia de Férias, em criança, pois tinha muito medo "pavôr" de fazer a análise do sangue na inspecção médica, que era obrigatória.

Mas já com 17 anos fui frequentar o curso de monitores para colónias de férias e com 18 anos (1972) ingressei como monitor desta saudosa colónia de férias. Tanto amor lhe tinha, que por lá fiquei até 1981, tendo até anos de fazer dois turnos, durante esses anos passei por todas as cores e nos últimos três anos fui Monitor Geral.

Adorei todos os anos que ali passei parte das minhas férias e da minha mocidade.

Recordo com muita saudade as crianças das quais fui monitor, hoje homens, das quais possúo algumas fotografias, que de vez em quando as revejo no meu álbum, para matar a saudade desses tempos, assim como todos os colegas monitores com quem me cruzei durante esses gloriosos tempos.

Recordo com emoção:

-Os serões que se faziam, com a "criançada".

-Os campeonatos de futebol.

-As gincanas de carrinhos de madeira, feitos pelos garotos e monitores.

-Os grandes jogos olímpicos, com a sua grande cerimónia e desfile de abertura, com o hastear da bandeira olímpica e o acendimento da pira e até a atribuição das medalhas e colocação da coroa de louro aos vencedores das várias modalidades.

-O grande jogo de pista, pela bela Serra de Sintra, ou a caça ao tesouro, conforme a garotada mais gostava de lhe chamar.

-Os passeios a pé e de autocarro, pelos arredores da colónia.

-As actividades de trabalhos manuais nos alpendres.

-A célebre festa final, na última tarde, onde a pequenada ensaiada pelos monitores cantava, dançava e representava, nesta festa também nós monitores actuávamos, de um modo geral como cantores, dançarinos de folclore, fazíamos teatro e fazíamos as partidas aos monitores mais novos, que metiam sempre a célebre "banhada", que a garotada achava sempre muita graça.

-Na última noite era a despedida final, com o acender das fogueiras no campo de futebol e entoação de cantigas de grupo à volta das fogueiras, as quais culminavam com a entoação do Hino do Adeus.

Aqui todos chorávamos, crianças por um lado e monitores por outro.

(Estou a escrever estas palavras e não contenho as lágrimas que me escorrem pela cara).

Todas estas actividades eram preparadas com todo o pormenor, pois tudo tinha de correr bem.

Muitas noitadas sem ir à cama, para preparar tudo isto. Mas de facto tudo isto valeu a pena.

Recordo também aqui, as partidas e as brincadeiras, que nós os monitores, tínhamos uns com os outros, quando a pequenada já adormecia.

De um modo geral o "bombo da festa" os sacrificados, eram sempre os monitores caloiros:

-Desde o retirar da sua cama o estrado e em vez deste colocar canas a suportar o colchão.

-Apanhar um sapo e colocá-lo no fundo da cama.

-Etc...

Hoje só lastimo, o ponto a que tudo isto chegou, como foi possível deixarem desfazer um local tão bonito e aprazível, onde milhares de crianças deste país passavam alguns dias de férias, muitas vindas do Interior Norte e Alentejo (Recordo o pequenito Libâneo de Mourão ou Reguengos de Monsaraz, que ali pela primeira vez viu o mar, parece que estou a ver a sua admiração no 1º dia da praia, coisa fascinante para o garoto).

Passei há quatro ou cinco anos pelo local, fiquei simplesmente desolado.

Conforme disse atrás, tenho imensas fotografias que brevemente tentarei colocar neste blog, para que todos aqueles que passámos por aquele belo espaço, possam rever e reviver as suas vidas, porque não esqueçamos que "Recordar é Viver".

Um grande abraço para a grande família CUF de colonos e monitores.

Um grande bem haja a todos.

Adalberto Petinga"